Sexo Virtual | Evolução tecnológica será o fim da monogamia?

Sexo Virtual | Evolução tecnológica será o fim da monogamia?
Sexo Virtual | Evolução tecnológica será o fim da monogamia?
Sexo Virtual: Hoje em dia o significado de monogamia e de traição têm um sentido tão diferente à cerca de vinte anos atrás.
No dicionário atual dos amantes modernos, existe palavras como sexting, texting, sites de namoros, sexo virtual…
Estamos conectados, ligados à net e a toda a parafernália que temos ao nosso dispor para nossa satisfação pessoal.
Estamos cada vez mais alheados ao que temos em nosso redor.
Conhecemos o mundo, pessoas com quem se entra em relacionamentos através da net.
Temos pornografia ao dispor para todos os gostos e preferências sexuais.
Temos brinquedos sexuais que estão conectados e que nem se precisa estar no mesmo continente para que o parceiro possa entrar na brincadeira e controlar o vibrador.
Não se pode considerar traição gozar na ausência do marido ou do namorado com um vibrador, é um objeto inanimado.
Mas e se esse vibrador for controlado à distância por outra pessoa que não o conjugue?
É traição, não deixa de ser sexo virtual?
Este tipo de tecnologia foi pensada em casais que têm relações a longa distância, são eficientes e sim fazem gozar.
Os sites de namoro virtual, o uso de webcams que permitem sexo virtual, namorarem ou só mesmo pelo prazer de uma boa sacanagem.
Não há contacto humano basta estar conectado, mas há satisfação garantida se for feito direitinho.
No sexo virtual não há doenças, não há afetos quando feito com estranhos cujo propósito é sexo há satisfação, e nenhum coração partido.
Temos a realidade virtual, realidade que passou para a pornografia também.
Podendo assim, haver mais uma forma de sexo virtual e ocasional.

Será que sexo virtual vai comprometer o comportamento na vida real?

Para casais a longa distância à uma maior intimidade sem dúvida sendo igualmente compensatório, mas e para quem não tem esse tipo de relacionamento? Temos um sexo mais seguro se pensarmos em termos de doenças.

Mas até que ponto a entrada de sexo virtual pode comprometer o relacionamento de proximidade, o que implica risco emocionais?

Como poderá afetar o desempenho sexual quando se está perante uma “pessoa de carne e osso”.
Este ano só de acordo com um documentário da BBC sobre Realidade virtual, cerca de 9 milhões de headsets serão enviados para todo o mundo..
A maioria para um público de jogadores que procuram uma imersão maior nos jogos.
Mas e quando ficarem entediados e passarem para uhmmm… O que todos gostamos e ninguém diz que sabe demais, O sexo!
Pornhub tem um canal de Realidade virtual:
Permite aos espectadores serem a personagem principal da história, com uma experiência pornográfica de 360 graus.
O site Holodexxx VR:
 
Criou avatares foto-realistas de artistas famosos para maior satisfação dos usuários.
O objetivo destas experiências é serem realistas.
Assim, esta tecnologia não irá interferir com a realidade, com a performance quando se esta junto a alguém real?

E se pensarmos em termos de fidelidade quando falamos em sexo virtual ?

O usuário é o protagonista, se for comprometido está a trair uma vez que não se trata de ver pornografia somente, mas interagir até certo ponto.
E a questão é se ficaria perturbado em saber que o seu parceiro acabou de fazer oral no avatar, anal etc. e o avatar e o seu companheiro gozaram durante essa sessão de sexo virtual.
Sexo aliado a tecnologia será o fim da monogamia?
Como a tendência é de cada vez mais a tecnologia ter melhoramentos irá chegar a altura em que realmente o grau de realismo será assombroso, e irá parecer o mais real possível.

 

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Assim, até que ponto não se irá criar ideias mal concebidas sobre sexo e as relações humanas e a troca de experiências, até que ponto não se fica com uma ideia completamente errônea do que é e como deve ser feito?

Não há limitações na realidade virtual.
Ou haverá poucas, assim, não irá criar comportamentos perfeitamente desviantes e prejudiciais quer ao nível das relações amorosas quer ao nível das relações sexuais?
Há o risco de este nível de interação com a net nos torna seres mais solitários em que dispensamos o relacionamento humano.
Alguns estudos já mostram que a pornografia tem um efeito benéfico sobre a vida sexual dos homens.
Porém, todos estes avanços vêm criar mais desafios à noção de fidelidade.
Até agora a pornografia e os brinquedos sexuais são mais ou menos aceites (ainda há homens que ficam ofendidos).

O que tem de novo esta fase de realidade virtual aliada a sexo virtual?

Nesta nova fase de sexo virtual cria-se mais realismo.
Experiências reais a solo ou partilhadas criando uma satisfação não só física mas sobretudo emocional.
A questão é até que ponto a monogamia está ameaçada ou até onde temos de diversificar a noção de fidelidade.

 

Até que ponto temos de compreender a necessidade de outra pessoa em ter esse tipo de experiência para o seu bem-estar emocional.

 

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