Sexo | A quantidade influi na qualidade da relação

A quantidade de sexo influi na qualidade da relação

Sexo | A quantidade influi na qualidade da relação

Ter mais sexo mais vezes significa que a tua relação está numa posição saudável. É um fato! E agora, investigadores julgam ter conseguido fazer com que os casais provassem isto num nível subconsciente.
Aquilo que recém-casados disseram num inquérito que examinava a frequência sexual e a satisfação com a relação era bastante diferente daquilo que realmente sentiram, visceralmente, acerca da conexão.
Em primeiro lugar, mais de 200 recém-casados preencheram o questionário, onde classificaram a satisfação com a sua relação.
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Este questionário continha perguntas acerca da qualidade do casamento, se os indivíduos estavam ou não satisfeitos com a relação e com os seus parceiros, e até que ponto concordavam ou não com afirmações como “Temos um bom casamento”.

Bastante simples, certo?

Após isto, tomaram parte num estudo bem menos simples, desenhado para medir os seus sentimentos mais profundos acerca dos parceiros e da relação.
Os participantes tinham de pressionar um tecla específica, indicando se uma palavra que aparecia na tela era positiva ou negativa.
Mesmo antes da palavra aparecer, os investigadores da Florida State University mostravam uma fotografia do parceiro do indivíduo, durante 300 milissegundos.
O estudo foi programado para reduzir a deliberação consciente, permitindo aos recém-casados responder automaticamente, com a rapidez que desejassem.
O argumento dos investigadores foi que tempos de resposta mais rápidos indicavam uma ligação mais forte entre o parceiro e a palavra na tela.
Da mesma forma, quanto mais lenta fosse a resposta a palavras negativas, mais positivos seriam os sentimentos do indivíduo em relação ao parceiro.
Foi-lhes também perguntado pelos investigadores para estimarem o número de vezes que tinham tido relações sexuais com o seu parceiro nos últimos quatro meses.
O estudo, publicado no jornal Psychological Science, não descobriu qualquer ligação nas respostas ao inquérito entre a frequência do sexo e a satisfação da relação.
No entanto, quando olharam para as respostas comportamentais automáticas recolhidas na experiência com os flashes de fotografias, os casais que indicaram ter sexo mais vezes tinham maior probabilidade de associar os seus parceiros a atributos positivos.
A autora líder, Lindsey L. Hicks, concluiu, “As nossas descobertas sugerem que estamos a capturar diferentes tipos de avaliação quando medimos avaliações explícitas e automáticas de um parceiro ou relação. No fundo, algumas pessoas sentem-se pouco satisfeitas com o seu parceiro, mas não nos admitem isso, talvez nem mesmo a eles próprios”.
Portanto, os casais recém-casados não estão a dizer que existia uma ligação entre a frequência sexual e a satisfação com a relação, mas, no seu âmago, é isso mesmo que sentem.
 As estimativas dos investigadores acerca da frequência sexual dada pelos participantes podem não ter sido as mais exatas.
O seu estudo apenas olhou para os recém-casados, mas estudos anteriores sugerem que, no que diz respeito à frequência sexual e à qualidade da relação, há aqui algo de concreto.
Até o tipo de sexo praticado pelos casais pode ter um impacto da satisfação com a relação percebida. Um estudo de 2007, mostrou que as mulheres que tinham tido sexo pênis-vagina classificaram as suas relações de forma mais positiva, para aspectos como a intimidade, confiança, paixão e amor, do que mulheres que tinham comportamentos sexuais sem coito com os parceiros.
O mesmo estudo mostrou que a frequência da masturbação estava inversamente associada com sentimentos de amor.
Um fato
Cerca de 15 a 20% dos casais a longo prazo indicam ter sexo menos de 10 vezes por ano – e a satisfação sexual está associada com um risco aumentado de divórcio e de dissolução das relações.
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