Depressão Pós-Parto | O Bebê Nasceu, está Infeliz? Deve-se preocupar

Depressão Pós-Parto | O Bébe Nasceu, está Infeliz? Deve-se preocupar

Depressão Pós-Parto | O Bébe Nasceu, está Infeliz? Deve-se preocupar

Depressão Pós-Parto: O bebé nasce e tudo muda, abstinência de sono, a falta de tempo e incapacidade de tratar de coisas simples nos primeiros dias.
O Sentimento de impotência e as enormes expectativas que impomos a nós próprias em relação à vida ao que pretendemos e achamos que temos de fazer, e o que realmente conseguimos fazer.
E com o nascimento do bebé as nossas hormonas não voltam logo ao seu estado normal.
E por vezes acabamos a entrar numa situação de “bola de neve” com a qual não sabemos lidar.
De acordo com um estudo apresentado no Canadian Medical Association Journal, o facto de se viver em grandes centros urbanos também poderá influenciar a existência e propensão à depressão pós-Parto.
Para evitar a depressão pós-Parto convém tomar medidas previamente ao nascimento, e mentalizar-se de que vai precisar de ajuda do marido, dos pais para não se ir abaixo.
Depressão pós-parto (DPP) é uma condição que engloba uma variedade de mudanças físicas e emocionais de muitas mulheres depois dar à luz.

Como pode a depressão pós-Parto ser tratada?

E pode ser tratada com medicamentos e psicoterapia. Converse com seu médico assim que achar que tem depressão pós-parto.

Depressão Pós-Parto | O Bebê Nasceu, está Infeliz? Deve-se preocupar

Há três tipos de depressão pós-parto:

A tristeza materna (baby blues)

Acontece em muitas mulheres nos dias seguintes ao nascimento do bebê.
A mãe pode ter mudanças súbitas de humor, como sentir-se muito feliz e depois muito triste.
Ela pode chorar sem nenhuma razão e ficar impaciente, irritada, agoniada, ansiosa, solitária e triste.
A tristeza materna pode durar apenas algumas horas ou até 1 ou 2 semanas depois do parto.
E nem sempre requer tratamento médico. Geralmente ajuda entrar em um grupo de suporte ou conversar com outras mães.

Depressão pós-parto

Pode acontecer por alguns dias até meses depois do parto de qualquer bebê, não só no primeiro mês.

 

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A mulher pode ter sentimentos similares ao da tristeza materna – tristeza, ansiedade, irritabilidade – porém são muito mais fortes.
Depressão pós-parto geralmente impede a mulher de fazer coisas que precisa no dia-a-dia.
Quando a vida normal da mulher é afetada, é um sinal certo que ela deve procurar logo um médico.
Se a mulher não obtiver tratamento, os sintomas da depressão pós-Parto podem piorar e durar até um ano.
Ainda que a depressão pós-parto seja uma condição séria, pode ser tratada com medicamentos e psicoterapia.

Psicose pós-parto

É uma doença mental muito séria. Ela pode acontecer rapidamente, geralmente nos três primeiros meses depois do parto.
A mulher pode perder contato com a realidade, geralmente tendo alucinações sonoras. Alucinações visuais são menos comuns.
Outros sintomas incluem insônia, agitação, raiva, e comportamento e sentimentos estranhos.
Mulheres que sofrem de psicose pós-parto precisam de tratamento imediato e quase sempre necessitam de medicamentos. Algumas vezes a mulher é internada em hospital porque está sob o risco de machucar os outros e a si mesma.
A mulher pode ficar ansiosa depois do parto mas não ter depressão pós-parto. Ela pode ter o que é chamado de ansiedade pós-parto ou desordem de pânico.

Quais são os sintomas da Ansiedade pós-parto?

Os sintomas dessa condição incluem forte ansiedade e medo, respiração rápida, batimento cardíaco acelerado, acessos de calor ou frio, dor no peito, tremores e tontura.
Procure seu médico imediatamente caso tenha algum desses sintomas.
Medicamentos e psicoterapia podem ser usados para tratar a ansiedade pós-parto.
Se acha que se encontra em algum destes estados, fale abertamente com o seu médico.
É fundamental usar de honestidade para connosco e para com o médico, estamos a falar da sua saúde e da de seu bebé.
Se a sua saúde não estiver bem isso ir-se-á refletir no bebé a médio, longo prazo, e poderá ter consequências no futuro desenvolvimento da criança.
Claro que ao nível familiar as repercussões também existem, peça ajuda ao pai do bebé.
Fale abertamente com ele e procurem uma estratégia para lidar com a situação, ao fazer isso não está a ser fraca, pelo contrário, está a assumir uma dificuldade em lidar com uma realidade ainda que desejada é esgotante e estafante.
Não significa que não ama o seu bebé! Não significa que não é uma boa mãe, não tenha medo.
Só significa que tem consciência de que precisa de ajuda e que pretende o melhor para si e para o seu “mais que tudo”.

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